Est-il possible qu'un jeune homme comme moi
Pense comme un aîné mais se sent comme un bébé parfois?
Oui, si le tout est des parties la somme..
Cependant ceci n'est pas un homme!
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008
Rimas fáceis (II)
Coração embargado
Água que não escorre
Por caleira (des)nivelada
É amor que não morre
É casa alagada
Esta fenda no reboco
Que estragou a pintura
É namoro vadio e louco
É defeito de estrutura
A parede desalinhada
De tijoleira de alheta
É amizade cuidada
É empreiteiro forreta
A vizinha rabugenta
Farta da martelada
É paixão ciumenta
É obra embargada
-------
Falta-me tempo. Dou comigo a procurar metáforas durante as horas de trabalho. Para a maioria dos trabalhos, não aconselho... Bah, vai assim mesmo. Dá para distrair e este blog foi criado precisamente com o intuito de me obrigar a registar tudo. Mesmo que não preste. Qualquer coisa boa há-de aparecer.
Água que não escorre
Por caleira (des)nivelada
É amor que não morre
É casa alagada
Esta fenda no reboco
Que estragou a pintura
É namoro vadio e louco
É defeito de estrutura
A parede desalinhada
De tijoleira de alheta
É amizade cuidada
É empreiteiro forreta
A vizinha rabugenta
Farta da martelada
É paixão ciumenta
É obra embargada
-------
Falta-me tempo. Dou comigo a procurar metáforas durante as horas de trabalho. Para a maioria dos trabalhos, não aconselho... Bah, vai assim mesmo. Dá para distrair e este blog foi criado precisamente com o intuito de me obrigar a registar tudo. Mesmo que não preste. Qualquer coisa boa há-de aparecer.
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008
Nota mental #1
Se um dia estiveres mais do que triste
E tudo o que vês é só o que existe
Numa réstia do futuro que viste
(Que existia..)
E que te escorre entre os dedos da mão
Expiar as culpas será em vão
Se o coração sucumbir à razão
Quando até os sim cambiarem para não
Nesse dia...
Lembra-te que foste tu que fugiste
E tudo o que vês é só o que existe
Numa réstia do futuro que viste
(Que existia..)
E que te escorre entre os dedos da mão
Expiar as culpas será em vão
Se o coração sucumbir à razão
Quando até os sim cambiarem para não
Nesse dia...
Lembra-te que foste tu que fugiste
terça-feira, 19 de fevereiro de 2008
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008
Mulher transportando o cadáver de um homem
Quis-te tanto que sobrevivi
E tornei-me no que não fui sem ti
Segui como quem fica para trás
Cadáver que fede sou não fui
Sempre em ti e tu jamais em mim
Doutro modo serias não mas sim
o perfume inflamável que acendi
Delta assossegante
Topo onde o lado conclui
Pálida lembrança de paz
Inspirado em "Homem Transportando o Cadáver de uma Mulher" de Almada Negreiros
E tornei-me no que não fui sem ti
Segui como quem fica para trás
Cadáver que fede sou não fui
Sempre em ti e tu jamais em mim
Doutro modo serias não mas sim
o perfume inflamável que acendi
Delta assossegante
Topo onde o lado conclui
Pálida lembrança de paz
Inspirado em "Homem Transportando o Cadáver de uma Mulher" de Almada Negreiros
Vista da secretária #2

Sim, está a "voar" o vaso. É daqueles do ikea, até voa! E sim, é outra vista da minha secretária, e isso não implica que não tenha muito trabalho.. E sim, quem é que estou a tentar enganar com estes rabiscos? Bleh, sou a ovelha negra da família a rabiscar.. Acho que vou começar a postar as palavras cruzadas do dia resolvidas aqui logo de manhã para compensar hehe
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008
O Rei vai morto!
"o Rei vai morto!", grita um puto
Foi há 100 anos na capital
Dura há 100 anos este luto
E do seu fim não há sinal
Ali matou-se Portugal
Uns dirão: "Não foi grande perda..."
Tudo o que é certo no final
É que a Carbonária é merda!
Uma pequena e rançosa rima brincalhona.
Foi há 100 anos na capital
Dura há 100 anos este luto
E do seu fim não há sinal
Ali matou-se Portugal
Uns dirão: "Não foi grande perda..."
Tudo o que é certo no final
É que a Carbonária é merda!
Uma pequena e rançosa rima brincalhona.
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