Coração embargado
Água que não escorre
Por caleira (des)nivelada
É amor que não morre
É casa alagada
Esta fenda no reboco
Que estragou a pintura
É namoro vadio e louco
É defeito de estrutura
A parede desalinhada
De tijoleira de alheta
É amizade cuidada
É empreiteiro forreta
A vizinha rabugenta
Farta da martelada
É paixão ciumenta
É obra embargada
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Falta-me tempo. Dou comigo a procurar metáforas durante as horas de trabalho. Para a maioria dos trabalhos, não aconselho... Bah, vai assim mesmo. Dá para distrair e este blog foi criado precisamente com o intuito de me obrigar a registar tudo. Mesmo que não preste. Qualquer coisa boa há-de aparecer.
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008
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1 comentário:
ahahahahaha!
Mais c'est vraiment drôle!
J'ai bien aimé le lire. :o)
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